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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Frida

Um destes sábados o F. e eu lembramo-nos de repetir um velho conhecido restaurante na Rua Adolfo Casais Monteiro, junto ao palácio de cristal, na zona das artes: o Artemísia. Contudo, fomos surpreendidos quando chegamos ao local, e em vez do Artemísia encontramos um restaurante "mexicano" de nome Frida (em homenagem à pintora mexicana Frida Khalo). 
Como não somos esquisitos em experimentar novos locais, toca a entrar, e as surpresas continuaram...










Na mesa colocaram-nos uns aperitivos, umas nachos de milho que se demolham num molho agridoce, que fomos trincando enquanto aguardamos a entrada escolhida, um sortido misto de tacos de borrego e marisco. 

Por sugestão do empregado, acompanhamos as entradas com umas fantásticas margaritas que estavam no ponto! 









O F. pediu para prato principal tamal em hoja de platano e eu chiles en nogada. A boca sente o impacto destes sabores e texturas diferentes do que está habituada, mas fica rendida ao contraste entre o forte e o suave.
Após o repasto, e como a disposição era boa decidimos presenteamo-nos com as sobremesas, carlota de limon e um bolo delicioso com frutos secos, do qual não nos recordamos do nome (nota mental: para a próxima apontar os nomes dos pratos no telemóvel!) :)










Em resumo, um restaurante em que o étnico é nos apresentado com ares de sofisticação, sempre com grande simpatia num ambiente bem decorado, acompanhado de suaves melodias mexicanas, uma boa surpresa! 



Frida - Cocina Mestiza
Rua Adolfo Casais Monteiro, 135
Porto
Tlf: 22 606 2286


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Lasanha de curgete e berinjela




Como tenho imensas berinjelas e curgetes no quintal, procurei uma série de receitas em que pudesse usar estes 2 ingredientes, e esta foi uma delas, cujo resultado ficou delicioso!
Aqui fica a receita aprovada por Donna Lisa! :)

  • 1 berinjela grande, cortada transversalmente em fatias finas
  • 3/4 colher de chá de sal
  • 2 colheres de chá de azeite
  • 3/4 colher de chá de pimenta
  • 3/4 chávena de cebola picada (cerca de 1 cebola média )
  • 3 dentes de alho picados
  • Meia colher de chá de orégãos
  • 1 copo de queijo ricota
  • 1/8 colher de chá de piripiri 
  • 1 chávena de tomates em pedaços
  • 1 chávena de manjericão fresco, picado
  • óleo de cozinha em spray 
  • 2 e 1/2 chávenas de queijo ralado (mozzarella)
  • 1 embalagem de massa de lasanha
  • 2 curgetes médias, cortadas em rodelas finas


Pré-aquecer o forno a 180ºC.

Preparar a berinjela: dispor as fatias de berinjela em camadas num escorredor, polvilhando todas as fatias com um pouco de sal; deixar assim por 15 minutos. Isto vai permitir que a berinjela liberte os seus sucos nesta fase e não durante a cozedura (o que faria que a lasanha ficasse "aguada"). Depois deste tempo de repouso, deve-se sacudir cada fatia de beringela, para o sal sair, e passar cada uma por papel absorvente, para absorver o máximo de "suco" possível.

Colocar o azeite numa frigideira grande e levar a lume médio-alto. Adicionar a cebola e o alho para e refogar por 2 minutos, mexendo sempre. Adicionar uma pitada de sal, pimenta, orégãos, piripiri e os tomates. Deixar ferver. Reduza o lume e cozinhar por 10 minutos, mexendo ocasionalmente.

Combinar o manjericão, o queijo ricota, e uma pitada de pimenta preta numa tigela pequena. 

Numa assadeira para lasanha, pulverizada com óleo em spray, espalhar uma parte da mistura de tomate de forma a tapar todo o fundo da assadeira.
Colocar quatro folhas de lasanha (ou as que forem necessárias para cobrir toda a assadeira) sobre a mistura de tomate; cobrir com metade das fatias de berinjela e metade das de curgete. Espalhar a mistura de queijo ricota sobre os vegetais. Cobrir novamente com 4 folhas de lasanha. Espalhar 1 chávena de molho de tomate por cima e dispor outra camada com as restantes fatias de berinjela e curgete. Organizar novamente 4 folhas de lasanha sobre os vegetais, e espalhar a mistura restante do tomate sobre a massa. 
Por cima, distribuir uniformemente com mozzarella

Cobrir a assadeira com papel de alumínio. 
Levar ao forno a 180°C por 35 minutos. Ao fim deste tempo, retirar o papel de alumínio e assar mais 25 minutos ou até dourar.

Deixar arrefecer por 5 minutos e está pronta a devorar! :)



Receita adaptada daqui.


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Um italiano genuíno!

Na nossa interminável missão de experimentar restaurante novos, pelo Porto e arredores, aos sábados à noite, desta vez fomos conhecer um restaurante italiano recomendado por uma pessoa amiga. Apesar da cozinha italiana ser das mais bem sucedidas e apelativas em todo o mundo, não é algo que eu procure normalmente, o que não quer dizer que não goste de pizzas e massas. Mas existem tantas alternativas e tantas coisas novas para provar, que prefiro deixar esta maravilhosa cultura gastronómica para quando surgem desejos espontâneos.
Contudo, este restaurante chamou-nos a atenção, primeiro por pertencer a um genuíno italiano (Sr. Sergio Crivelli) e segundo por ser destacar pela oferta mais-que-variada de pastas frescas.

Situado na Rua Brito Capelo em Matosinhos, e o facto de termos ido numa noite de sábado, tivemos de deixar o carro estacionado a uns valentes quarteirões! Mas nesta zona, isso não quer dizer que seja mau, pois após uma agradável caminhada chegamos ao restaurante já com o apetite pronto para degustar as iguarias.


De entrada foram-nos oferecidos uns pães com alho em massa de pizza e depois de algum tempo a aguardar que fossemos atendidos pela fresca simpatia dos jovens empregados, partimos de imediato para o prato principal. O pedido é super-mega-hiper-rápido a chegar à mesa e, enquanto eu optei por uma pasta Mar e Monti, o F. escolheu uma pizza cujo nome "Diavola" sugeria o perigo picante de acompanhamento. 



A pasta, por ser fresca, é muito leve e agradável. Mas tenho de admitir que a escolha foi muito difícil, por haver uma variedade tão grande de opções! De notar que até massa sem glúten eles têm, o que não é uma preocupação muito vulgar nos restaurantes em Portugal. A pizza estava divinal, quer na textura da massa, quer na qualidade dos ingredientes que a compunham.




Para ajudar a combater o fogo provocado pelo picante, bebemos um refrescante Lambrusco tinto de seu nome Primabola, que estava uma maravilha!



Para sobremesa, como não podia deixar de ser, optamos por partilhar um tiramisu (a panacota fica prometida para a próxima!), o qual completou na perfeição este manjar italiano.  



Restaurante Pasta Fresca e Pizza
Rua Brito Capelo 705, 4450-076 Matosinhos ‎
Telefone: 229 380 452



Nota: Depois de ter ido experimentar este restaurante, descobri um novo local onde também é possível experimentar a comida de Sergio Crivelli, na Rua José Falcão, junto ao cruzamento com a Rua Sta. Teresa (zona das Galerias de Paris):



quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Cozinha macaense

Como o mundo é feito de diversidade (felizmente!), temos no nosso círculo de amigos, uma querida amiga de origem macaense. Sempre que os pais dela vêm a Portugal visitá-la, isso significa para nós uma coisa: manjar-macaense-até-caír-para-o-lado em casa dela!
Felizmente para nós (e não para ela), os pais dela não vêm a Portugal todos os meses, senão teriam de começar a comparticipar a minha mensalidade no ginásio! :)

Adoro experimentar comidas diferentes (desde que não inclua insetos ou larvas, é o meu limite!), e por isso, fascinam-me estes jantares em que podemos viajar, na imaginação e no paladar, para o outro lado do mundo.

Deleitem-se com as imagens dos pratos que o pai dela preparou carinhosamente para nós. Pode parecer que seriamos umas 20 ou 30 pessoas à mesa, mas não, éramos apenas 8 pessoas... Agora é fazer as contas e imaginarem como saí de lá... a rebolar! :)







A sobremesa, uma espécie de pudim pegajoso de côco, que se corta em fatias e frita-se.

Aqui está uma amostra dos produtos que os pais delam trazem de Macau, para ela poder matar saudades dos sabores orientais.

Podem ter um aspeto apetecível, e alguns correspondem a isso, mas outros que aparentemente parecem ser rebuçados, na realidade são quadradinhos de peixe seco! Uou...
Deixem-me dizer-vos uma coisa: este pessoal de Macau gosta muito de derivados de peixe seco! :)



Obrigada à Ju e seus pais pela noite magnifica que nos proporcionaram! :)


quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Tarte de limão



Ingredientes:

  • 3/4 chávena de farinha de trigo 
  • 3/4 chávena de açúcar granulado (ou adoçante)
  • 1/4 colher de chá de sal
  • 1/2 chávena de manteiga sem sal, amolecida 
  • 2 ovos grandes 
  • 2 colheres de sopa de raspas de limão 
  • 2 colheres de sopa de sumo de limão 


Para a cobertura: 

- 4 colheres de sopa de sumo de limão 
- 8 colheres de chá de raspas de limão 
- 1 chávena de açúcar em pó


Pré-aquecer o forno a 180º C. 
Untar com manteiga um tabuleiro quadrado com cerca de 20 x 20cm e reservar. 
Numa tigela, bater a farinha, o açúcar, o sal e a manteiga amolecida até bem misturado. 
Noutra tigela, misturar os ovos, as raspas de limão e o sumo até ficar homogéneo. 
Despejar a mistura na tigela da farinha e bater, com a batedeira, por 2 minutos em velocidade média até ficar cremoso. 
Despejar a massa no tabuleiro e levar ao forno por cerca de 25 ​​minutos, ou até começar a ficar dourada nas bordas. 

Deixar arrefecer completamente antes de juntar a cobertura. 

Para fazer a cobertura, misturar o açúcar em pó com as raspas de limão e o sumo. 
Espalhar a cobertura sobre a tarte com uma espátula de borracha e deixar a cobertura endurecer.

Cortar em barras e servir.

É demasiado delicioso para se esperar que a cobertura endureça (pelo menos foi o que me aconteceu!) :)


Receita adaptada daqui.



quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Igor, o espantalho

Quem tem um quintal conhece bem a luta que é evitar que os pássaros se apoderem da fruta, estragando aquilo que nos deu tanto trabalho a conseguir! Grrrrr!...
Não me importo que comam uma ou outra peça de fruta, mas o problema está quando debicam um pedacinho aqui, um pedacinho acolá, e quando se dá conta todas a fruta tem a sua marca, o que provoca muitas vezes o apodrecimento de parte dela.

Obviamente que não sou a favor de violência contra animais, mas não me importo de dificultar um pouco (de forma pacífica!) a vida aos pássaros que tentam encher o papo à custa da fruta do nosso quintal. 
E para isso, usamos o bom e velho truque: um espantalho!

Apresento-vos Igor, o nosso espantalho...



A tarefa foi super simples, e muito divertida (exceto para os pássaros)! :)

Bastou fazer uma cruz com uns paus de madeira, mais ou menos com a minha altura e com a largura dos braços. Depois envolvemos com roupas velhas e enchemos com sacos plásticos velhos (infelizmente não tínhamos palha/feno à mão).

Construindo a cruz, sob o olhar atento da Olívia.

Vestindo a "cruz".

Podíamos ter usado um cinto para apertar as calças, mas usamos o que tinhamos à mão: um pedaço de corda.

Enchemos as pernas, os braços e o tronco com sacos plásticos velhos.

E aqui está a estrutura base (corpo) do espantalho.


A parte mais divertida foi acrescentar uma velha máscara de carnaval e um chapéu à cabeça do espantalho. :)
Como achamos que ficou com cara de viking, demos-lhe o nome de Igor, o Espantalho.


Palhaçadas...

Não podiam faltar os óculos de sol!

Ficaria perfeito com uma gabardine! LOL
Are you talking to me?!...

E a verdade é que a fruta parece ter sobrevivido imaculada ao apetite voraz dos pássaros! Vitória!! :)
Agora, como são os cães que se atiram às macieiras e pereiras para chegar à fruta, temos de arranjar um espantalho para eles! LOL

A reação da Sasha e Olívia ao verem o Igor (completo) pela primeira vez.

Mais tarde, acabei por acrescentar 1 CD pendurado em cada braço para criar algum movimento e reflexos de luz quando o vento passa (parece que os pássaros não gostam nada disso!).



quarta-feira, 27 de agosto de 2014

As galerias Lumiére renasceram

Num destes dias, sem pachorra para ligar para um restaurante a marcar reserva, decidimos (re)conhecer as velhinhas galerias Lumiére que, segundo lemos algures, tinham renascido com uma nova cara. 
O que sabíamos por certo é que teríamos lá o novo espaço da Sandeira para satisfazer o nosso apetite! :)


E assim foi, finalmente conseguimos satisfazer o desejo de relembrar as deliciosas sandes da Sandeira, após tantas tentativas frustradas de ir à Sandeira original (sempre a abarrotar de gente!), com a vantagem de sermos rapidamente atendidos e com muito espaço para nos instalarmos.




As "lojas" das galerias ainda estão bastante desocupadas, mas os espaços que já se encontram tomados, estão com negócios muitos originais e aliciantes, principalmente para o paladar. 



Assim, desta vez, para sobremesa, fomos provar os recém-famosos gelados da Sou Sweet e ficamos rendidos.



Galerias Lumiére
Rua José Falcão 157
4050-317, Porto



sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Pão de curgete & chocolate






  • 1/2 de chávena de açúcar/adoçante 
  • 2 colheres de sopa de óleo vegetal
  • 2 ovos grandes
  • 1/2 chávena de sumo de maçã 
  • 2 chávenas de farinha integral 
  • 2 colheres de sopa de cacau em pó magro
  • 1 colher de chá de bicarbonato de sódio 
  • 1 colher de chá de canela em pó 
  • 1/4 colher de chá de sal 
  • 1 e 1/2 chávena de curgete ralada (cerca de 1 curgete média)
  • 1/2 chávena de pepitas de chocolate preto


Pré-aquecer o forno a 200°C. 
Colocar os 3 primeiros ingredientes numa tigela grande; bater com a batedeira em velocidade baixa até misturar bem. Juntar o sumo de maçã e mexer.
Noutra tigela, misturar a farinha e os próximos 4 ingredientes, mexendo bem com uma colher. 
Juntar a mistura de farinha à mistura de açúcar, envolvendo. 
Misture a curgete e as pepitas de chocolate. Envolver bem até a massa estar homogénea.
Colocar a massa numa forma de pão revestida com óleo em spray ou com papel vegetal. 
Leve ao forno por 1 hora ou até que um palito inserido no centro saia quase limpo. 
Deixe arrefecer a forma em cima de uma grelha, cerca de 10 minutos, e depois retire o pão da forma. 
Deixe arrefecer o pão completamente sobre a grelha. 

Está pronto a saborear! 


Receita adaptada daqui.



quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Para viagens fofas...



O que dar a um bebé hiper-mega-fofo com um aninho acabado de fazer?... Uma prenda hiper-mega fofa, pois claro! :)
Depois de me ter inspirado com uma série de almofadas de viagem para bebé/criança, em formas cómicas de animais, achei que uma ovelha seria um animal com um grau de fofura suficientemente elevado para servir de ponto de partida para este projeto.

Comecei por desenhar os moldes das peças que precisaria para "montar" a almofada.



Depois passei recortei as "peças" do molde nos tecidos (feltros macios e pelúcia).



Depois de alguma costura, faltou apenas o enchimento!




E aqui está o resultado final! Não ficou uma ovelhinha fofa e cómica?! :)
É um projeto de que muito me orgulho! :)







quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Vestido transforma-se em... saia!

Donna Lisa is back! :)
Mas antes das férias ainda tive tempo de fazer um projeto! 

Sabem aquela peça de roupa que está encostada no armário, que já não a usam há tempos porque há qualquer coisa nela que não resulta ou que não gostam de se ver com ela vestida? Mas por outro lado, é uma peça que apenas usaram uma ou outra vez, por isso está quase nova, e custa um bocadito desfazermos-nos dela...
Pois é, todas temos umas peças de roupa assim, e era o que estava a acontecer com este vestido de praia...


Quando olhei para ele pensei logo que era possível aproveitá-lo para qualquer outra coisa. E não há nada mais fácil do que transformar um vestido (ainda por cima, em malha) numa saia! 

E foi isso que fiz. Medi a altura que pretendia que a saia tivesse, cortei o vestido e acrescentei uma faixa na cinta com um resto de jersey vermelho que tinha em casa.

E aqui está uma peça de roupa nova, sem custo! :)