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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Cinnamon Rolls (Bolinhos de Canela) integrais

Sempre que vou ao Ikea, uma das coisas que trago da "mercearia" são almôndegas vegetarianas e os famosos bolinhos de canela. ADORO os bolos de canela, são deliciosos! Mas algo me diz que aqueles aparentemente inofensivos bolos, são na realidade umas verdadeiras bombas calóricas...
Por isso procurei uma receita de rolos de canela saudáveis e encontrei uma na qual me baseei para fazer esta versão caseira.



Massa
  • ¾ chávena (180 mL) de leite magro morno
  • ½ colheres de sopa (7 g) de manteiga sem sal, derretida
  • 2 colheres de sopa (24g) de açúcar de coco
  • ½ colher de chá de sal
  • 2 ¼ colher de chá (7g) fermento instantâneo (levedura)
  • 2 - 2 ½ chávenas (240-300g) de farinha de trigo integral
Recheio
  • 6 colheres de sopa (72g) de açúcar de coco
  • 2 colheres de chá de canela em pó
  • ½ colheres de sopa (7 g) de manteiga sem sal, derretida
Revestir uma forma redonda com óleo em spray.

Numa tigela grande, mexer o leite, a manteiga, o açúcar e o sal. Polvilhar o fermento por cima e esperar 10-15 minutos ou até que a mistura se torne espumosa. 
Juntar 1 ½ chávena de farinha. Se a massa ainda estiver molhada, continuar adicionando farinha, 2 colheres de sopa de cada vez, até a massa começar a separar-se dos lados da tigela.
Colocar a massa numa superfície limpa e com um pouco de farinha e amassar por 3-5 minutos. 
Deixar a massa descansar enquanto se prepara o recheio.

Para preparar o recheio, mexer o açúcar de coco e a canela numa tigela pequena.

Numa superfície limpa e enfarinhada, estender a massa até se formar um retângulo com cerca de 40x25cm. 
Pincelar com a manteiga derretida, deixando uma margem de 2cm nos dois lados mais longos. Polvilhar com a mistura de açúcar e canela, deixando uma margem de 2cm nos dois lados mais longos novamente. 
Enrolar cuidadosamente a massa como uma torta. 
Apertar as extremidades para selar. Se a massa não se colar, pincelar com um pouco de água a extremidade e depois apertar.
Cortar a "torta" em 12 fatias usando fio dental (recomendado) ou uma faca afiada e serrilhada. 
Dispôr as fatias na forma preparada e cobrir com um pano limpo. 
Colocar a forma num local ameno e livre de correntes de ar e deixar os rolos crescerem por 30 a 45 minutos ou até dobrar em tamanho.
Pré-aquecer o forno a 180°C. 
Levar ao forno os rolos de canela por 18-22 minutos ou até o recheio borbulhar. 
Retirar e deixar arrefecer na forma por pelo menos 10 minutos antes de servir.

 

Se sobreviverem ao primeiro dia, estes bolos podem ser consumidos nos dias seguintes mas devem ser aquecidos ligeiramente (no microondas, por exemplo) e ficam uma delícia! :)



sexta-feira, 4 de maio de 2018

Meia solitária procura par!

Sou só eu que sofro do grave problema que é perder um dos elementos dos pares de meias sempre que lavo roupa na máquina?! Não sei que fenómeno é este, mas deve haver um triângulo das Bermudas dentro da minha máquina de lavar roupa!...
Para a eventualidade das meias desaparecidas voltarem a dar um ar da sua graça, ia guardando os elementos solitários na lavandaria na esperança do ressurgimento, mas queria algo mais visível e direto para não me esquecer, acabando muitas vezes por deitar fora a meia solitária.

Para inspiração, nada melhor que o Pinterest (melhor invenção de sempre da internet para quem gosta de crafts) e encontrei esta ideia bem simples, em versão inglesa. Para a concretizar, só tive de arranjar uma moldura, imprimir uma folha A4 e colar umas molas: fácil! :)






E agora penduro as meias solitárias neste "cabide"que coloquei bem perto da máquina de lavar, para estar sempre atenta a qualquer elemento que tente escapar... :)

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Gallery wall nº 2

Eu devo ter qualquer coisa contra paredes grandes brancas, porque sinto uma vontade irreprimível de as preencher. Se ainda não perceberam, têm de ver os posts da primeira gallery wall e da aventura do papel de parede. Também o facto de ainda haver algumas paredes brancas cá em casa (mas a continuar assim, não por muito tempo!) também leva a que a minha imaginação comece a trabalhar e a rapidamente preencher esse espaço.

Desta vez a vítima foi a parede da sala, atrás da televisão. Como tinha imensas fotografias que queria expor, tive de comprar uma "catrefada" de molduras e arranjar a melhor maneira de as dispor na parede. 
Há quem comece este processo recortando pedaços de papel com as dimensões de cada uma das molduras e ir colando (com fita cola de pintor para não deixar marcas) na parede até encontrar a melhor disposição dos quadros/molduras. SECA!...
Eu avancei esta parte e arrisquei, seguindo diretamente para o passo seguinte: pegar no martelo e nos suportes dos quadros e fui encaixando as várias molduras à medida que ia pendurando. 



Gostei muito do resultado final e acho que não ficou nada mal seguindo a versão "free style". Entretanto, já troquei uma ou outra moldura de sítio e acrescentei outros elementos diferentes. A vantagem é mesmo essa, a qualquer momento posso trocar as fotos ou molduras, ou substituir por um outro elemento decorativo, pelo que esta parede poderá estar em constante mutação, mas continuará a contar um pouco da nossa história, e trazer à memória momentos muitos especiais.



quinta-feira, 29 de março de 2018

Barritas de granola saudáveis & deliciosas

A meio da manhã ou à tarde antes do ginásio, gosto de ter sempre qualquer coisa para comer que seja um snack prático e que satisfaça o apetite durante umas horas, de preferência saudável e saboroso.
Para isso encontrei uma receita de barritas que podem ser comidas como snack a meio da manhã/tarde ou até como pequeno almoço naqueles dias em que saímos de casa a correr (quase sempre!). Testei a receita original mas nas vezes seguintes em que fiz as barritas fui introduzindo algumas alterações que me parecem ter melhorado bastante a qualidade e valor nutricional destas barritas.

quarta-feira, 7 de março de 2018

Quintandona e a Casa da Viuva Winebar

À procura de um pretexto para sair de casa num domingo tempestuoso, encontramos algo de interesse relativamente perto de casa, na Rota do Romântico, em Lagares, Penafiel, a bela aldeia de Quintandona.
Até esse dia desconhecia totalmente esta típica aldeia portuguesa, muito castiça com o casario em xisto e muito bem recuperado, com um ar tão acolhedor para dias frios e chuvosos de Inverno. Nesse dia percorremos a aldeia a pé, admirando os pormenores das casas e paisagem envolvente, mas ficamos curiosos com o winebar local, a Casa da Viúva, que no meio de chuva e vento nos pareceu muito aconchegante e prometedor.

Chegada à aldeia.



Um dos recantos no interior da aldeia.

Pormenores das casas típicas recuperadas.

Entrada (traseiras) do Winebar Casa da Viúva.

Winebar Casa da Viúva.
Umas semanas mais tarde, numa noite de sábado sem nada planeado, arriscamos a reserva para finalmente experimentar o winebar e conseguimos (felicidade!!).


Por dentro, o espaço distribui-se em vários patamares, desde o antigo celeiro até um jardim de inverno, com diversas salinhas e recantos, todos eles rústicos e bem decorados.

A zona do bar.
Uma das paredes da sala onde jantamos, revestida a caixas de vinho e rolhas. No meio da sala, encontra-se uma eficaz e rústica salamandra que nos aqueceu durante toda a refeição.
Em relação à comida, fomos informados que sendo um winebar, a especialidade são os vinhos (enoooooorme variedade) e a comida servirá quase de acompanhamento, sendo essencialmente à base de petiscos/tapas (apesar de haver alguns pratos principais). Foi-nos então sugerido um menu de petiscos para experimentarmos um pouco de tudo, e assim fizemos.

Para começar, a tábua de presunto (ótima qualidade!) e queijo.
As pequenas sardinhas fritas, deliciosas.
Pimentos padron quentinhos.
Apesar de ser um winebar, para beber optamos pela sangria de vinho tinto, que estava simplesmente divinal! Uma das melhores que já bebi até agora. E daquelas que só damos conta do seu efeito alcoólico quando nos levantamos para ir embora... :)


Continuando com as tapas...

Peixinhos da horta super fofos e generosos.
Cogumelos recheados com queijo e bacon, e uns gulosos rolinhos de alheira com molho agridoce.
Foi aqui que interrompemos o menu, porque já não tínhamos estômago para experimentar as restantes iguarias que, pelo que nos disseram, seriam as batatas bravas e os ovos rotos.

Por isso, passamos diretamente à sobremesa... :)
Um petit gateau, que estava no ponto!
Entretanto no WC das senhoras...

Saímos do aconchego da sala de jantar para o frio da noite chuvosa com o estômago quase a rebentar e com a certeza que vamos voltar, porque este é daqueles sítios que fica na memória, não só pelo espaço em si, pela comida maravilhosa e simpatia do pessoal, mas também pela envolvência. Esta pequena aldeia na margem do rio Sousa merece bem a nossa visita.


Winebar Casa da Viúva (recomendo que vejam o site para mais fotografias e informação)
Rua da Quintandona, Lagares, Penafiel
Contactos: 255 753 603 / 912 245 910


sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Croissants light

A propósito do dia do croissant (quem é que inventa estas coisas?), num destes fins de semana testei uma receita de croissants light e integrais que foi aprovada! É óbvio que ficam diferentes daqueles croissants folhados e cheios de manteiga, mas são bem mais saudáveis e podemos comer uns quantos (se fizermos mais pequeninos) sem sentir culpa.


A receita é simples mas a preparação demora bastante por causa do tempo necessário para a massa levedar.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Tascos imperdíveis: Toca do Coelho

Voltando às reportagens temáticas dos tascos imperdíveis, fomos desta vez visitar a Toca do Coelho, em Seroa, Paços de Ferreira.
Sabemos que neste tipo de sítios se come muito bem, quando andamos km e km para lá chegar, numa localidade que à partida nunca iríamos visitar, percorrendo até um caminho de terra batida e damos com esta pequena casa rural rodeada de carros estacionados e repleta de clientes.

Também assim acontece no Tatana, que foi o motivo que nos levou a conhecer agora este tasco. Numa comparação dos melhores tascos para comer muito e bem, foi-nos sugerido a Toca do Coelho, e nós que não conseguimos dizer que não a um bom desafio de comezainas, lá seguimos a dica.

Fazendo jus ao nome, este pequeno restaurante localiza-se no fim de um estreito caminho de terra batida, onde provavelmente andarão muitos coelhos segundo o número de caçadores que costumam frequentar este tasco.

Se quisermos arranjar mesa para um pequeno grupo para jantar num sábado temos de reservar com 2 a 3 semanas de antecedência, pois nestas noites é garantido que o espaço esteja cheio.
O restaurante tem um ar rústico e acolhedor, de paredes de granito com objetos da lavoura a decorar. A simpatia dos proprietários e demais colaboradores é notória e torna a refeição muito mais agradável.

Seguimos a dica e pedimos para "entrada" (e basicamente, prato principal) um pouco de tudo: presunto, queijo, azeitonas, pão/broa, pataniscas de bacalhau, rojões, moelas, codornizes, feijoada... 










Tivemos de impedir que viesse mais alguma coisa para a mesa senão não seríamos capazes de provar o prato principal, um naco de vitela bem tenrinho acompanhado de arroz de feijão e grelos. Tudo isto regado com um bom vinho verde branco e, para os apreciadores, um vinho verde tinto servido na típica malga.




Para sobremesas, experimentamos a sugestão da casa, um prato de biscoitos e bolachas, que incluía bombocas, mas foi devorado tão rapidamente que não houve tempo para registar em fotografia!... Além disso, provamos o molotofe, o pão de ló húmido e o tradicional pudim, além da mousse de Oreo (que também escapou à foto).




Saímos da Toca com a barriga bem cheia e muito bem dispostos, até porque a conta não foi nada de especial para a quantidade e qualidade da comida e simpatia do serviço. 
Mais um tasco para voltar!

Toca do Coelho
Rua do Cruzeiro 13
4595 Seroa, Paços de Ferreira
Tlm: 914 736 039

Outros tascos visitados:



quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Tarte de Ruibarbo

Numa das últimas vezes que fui ao horto, encontrei na parte de hortícolas, umas plantinhas de ruibarbo, o que achei super curioso. Nunca experimentei comer ruibarbo, e nunca encontrei à venda nos mercados que frequento, e com certeza que não estava à espera de encontrar esta planta no horto. Como sou fã de alguns sites e gurus culinários ingleses e americanos já tinha ouvi falar imenso nesta planta, principalmente usada para fazer tartes. Não resisti à curiosidade e comprei um pezinho de ruibarbo e plantei na nossa horta.
Ao fim de algumas semanas a planta desenvolveu-se frondosamente, e quando os caules ficaram avermelhados foi a altura certa de usar a planta para cozinhar. A parte que se usa da planta são os precisamente os caules, descartando as folhas. 

A planta no nosso canteiro-horta.

domingo, 10 de dezembro de 2017

Decorações de Natal "low-cost"

Mais um Natal se aproxima, e nada melhor para entrar no espírito (pelo menos, aqui para a Donna Lisa) do que tratar de fazer decorações natalícias DIY, originais e bem económicas. Tal como no ano passado, fiz algumas peças para decorar a casa, com alguns elementos da natureza ou materiais que fui guardando para fazer estas decorações.
E hoje trago-vos aqui uma seleção das que eu mais gostei de fazer. Espero que gostem também! :)


Vejam de seguida cada uma delas em pormenor, assim como os materiais e custos.